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| MANAUS
- Informações Gerais |
O
maior atrativo é a Floresta Amazônica.
Da cidade partem excursões pelos
Rios Negro e Solimões e traslados
para os hotéis na selva. Devido
ao grande movimento de turistas estrangeiros,
os hotéis trabalham com preços
em dólar. As melhores opções
de hospedagem na floresta concentram-se
às margens do Rio Negro e de seus
afluentes. A vantagem é a pequena
incidência de mosquitos nessas áreas,
uma vez que a acidez dessas águas
desfavorece a proliferação
dos insetos. A maioria dos hotéis
oferece atividades como caminhadas pela
mata, observação de pássaros,
visita a casas de caboclos, pescaria de
piranha, focagem noturna de jacarés
e passeios de canoa ao amanhecer ou entardecer.
Alguns hotéis fornecem opções
extras, conforme a região em que
estão instalados, como pernoite
em redes na selva, visita a aldeias indígenas
e noções de sobrevivência
na floresta. A maior parte dos hotéis
utiliza energia de gerador, que pode não
estar disponível 24 horas. Alguns
dispõem de chuveiros elétricos.
População:
2.389.279 habitantes
Densidade Populacional:
1,514 habitantes p/km²
Moeda: Real
Eletricidade: 110v
Informações Turísticas:
AMAZONASTUR – Rua Saldanha Marinho
, 321 – Centro Tel. (92) 2123-3819.
Aeroporto Internacional Eduardo
Gomes – Tel: (92) 3652-1120
Clima/Temperatura: Mínima
de 21ºC (70F), Máxima 44º
(115F).
Mosquitos: A região
próxima a Manaus possui pouquíssimos
mosquitos com a dificuldade de reprodução
pela acidez das águas do rio Negro,
que banha a Capital. Nos passeios de barcos
e alojamentos de selva as áreas
comuns e dormitórios são
teladas, mas recomenda-se o uso de repelentes
em algumas épocas do ano.
Fotografias: A região
de floresta equatorial quente e úmida
exige mais cuidado com o material fotográfico.
Nos safáris fotográficos,
recomenda-se levar sacos plásticos
para o caso de uma chuva repentina. Sílica
gel evita fungo nas lentes. Para as longas
viagens, uma pequena porção
de arroz em um saco de pano serve como
improvisação contra a umidade.
Informações Úteis
- Manaus
Ligações Telefônicas:
O código do estado é (92)
Fuso Horário:
O centro-leste do estado apresenta uma
diferença de (-1) hora em relação
ao horário de Brasília.
No extremo oeste do estado a diferença
é de (-2) horas. Tais diferenças
se tornam respectivamente (-2) e (-3)
quando vigora o horário de verão
no centro-sul do Brasil.
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| QUANDO
VIR? |
O
período das cheias vai de dezembro
a maio; o da seca, de junho a novembro.
Cada estação tem os seus atrativos.
Durante a estiagem, a temperatura pode chegar
aos 40ºC e formam-se as praias fluviais,
onde concentram-se os animais, como jacarés
e capivaras. Na época de chuvas,
o visitante percorre trilhas dentro da floresta,
a bordo de canoas a remo.
O que levar
- Botas confortáveis
- Roupas leves (bermudas e camisetas)
- Boné ou chapéu
- Protetor solar
- Repelente de mosquitos
- Binóculos para observar a fauna
e a flora
- Cantil
- Capa de chuva
- Mochila pequena
- Lanterna com pilhas extras
Precaução
O Ministério da Saúde recomenda
vacinar-se contra a febre-amarela 10 dias
antes da viagem.
Dica
As melhores lembranças de Manaus
são as peças de artesanato
indígena, encontradas no Mercado
Municipal. A cidade também tem construções
históricas importantes.
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| CULINÁRIA |
Especialidades
- Manaus
Pescados
A
culinária manauara é rica
graças as mais de 2 mil espécies
de peixes dos rios Negros, Solimões
e Amazonas. São tambaquis, tucunarés,
jaraquis, pirarucus e piranhas, consumidos
tanto pela população como
pelos turistas. A maioria é de
grande porte. Um piracuru pode pesar,
com facilidade, mais de 30 quilos. Uma
peculiaridade é a dieta desses
peixes, que aproveitam as frutas arrastadas
pelas imensas chuvas, o que aumenta
o sabor da carne.
Devido a dificuldade histórica
na obtenção de temperos,
o preparo é simples, com sal,
limão e cheiro verde. À
mesa podem vir grelhados, fritos, cozidos
ou servidos nas tradicionais caldeiradas,
prato quase obrigatório nos restaurantes
da cidade. Cada um tem formas ideais
de preparo: o tucunaré é
bom para caldo, o pirarucu costuma ser
grelhado, do tambaqui, um dos mais saborosos,
faz-se a costela grelhada e o lombo,
que pode ser assado ou usado na caldeirada,
e o jaraqui pode ser grelhado ou assado
com escamas, para que a carne não
queime, já que sua pele é
fina. Esse último é um
dos preferidos dos manauaras, que criaram
o ditado: “ Come jaraqui, não
sai mais daqui.”
Café Regional
A riqueza da culinária manauara
pode ser conhecida em vários
restaurantes e lanchonetes, principalmente
à beira das estradas que partem
de Manaus. Nesses locais, humildes em
sua maioria, surge uma mesa farta e
de alto valor protéico, a começar
pelo caldo de piranha, uma sopa de curar
qualquer ressaca e revitalizar o organismo,
servindo também também
como fortificante, já que é
rica em cálcio.
Os locais também lhe atribuem
poderes afrodisíacos.
Valendo-se da generosidade da terra,
são servidos sucos e frutas,
como cupuaça, guaraná,
camucamu, acerola, araçá,
taperebá, abacaba e graviola.
Também são servidos tucumã
(fruta), pupunha, bolo de macaxeira,
tapioca, tapioca com tucumã,
omelete com tucumã, mingau de
banana, munguzá (mingau de milho
branco), pé-de-moleque de tapioca,
coalhada, geléias, doces e cremes
de fruta. Recomenda-se provar o café
regional pela manhã, para poder
suportar um dia de trabalho ou de passeios
longos sob temperaturas superiores a
40 graus.
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| NOITE
DE MANAUS |
| A
Noite começa cedo em Manaus, quando
os manauaras saem do trabalho. De uns tempos
para cá a vida noturna da cidade
migrou do Centro para os bairros e agora
começa a se espalhar para fora do
perímetro urbano. O Centro ficou
restrito aos bares freqüentados por
profissionais liberais e pela intelectualidade
local, enquanto que cada bairro passou a
abrigar um tipo de público. O bares
de Ponte Preta, cuja a freqüência
é eclética, começam
receber as pessoas cedo para assistir ao
pôr-do-sol. Já o bairro de
Cachoeirinha, com a maior concentração
de bares, é dominado pelo público
adolescente. Em Adrianópois ficam
os bares mais sofisticados. No parque 10,
mais precisamente do caranguejo, ficam bares
com mesas ao ar livre, para combater o calor,
que servem peixes regionais. |
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